domingo, 5 de maio de 2013

Plano de Aula



CURSO MELHOR GESTÃO, MELHOR ENSINO
GRUPO I

Escolha do grupo: questão 2 página 21


























Análise da Questão


Conteúdo: Gráfico de setores

Tema: Tratamento da informação (tema 4)

Ano/série: 6ª série/7º ano

Habilidades: H35 – Identificar e interpretar informações transmitidas por meio de gráficos
Grupo de Competência: competência para realizar (II)



Mapa de percurso
Gráfico de Setores 




Plano de Aula

Tema: Tratamento da Informação

Objetivo Geral:
- Leitura e análise de gráficos e tabelas;
- Razão e Proporção;
- Porcentagem.

Objetivo Específico:
- (H34) Identificar e Interpretar informações Transmitidas por meio de tabelas;
- (H36) Identificar e Interpretar informações transmitidas por meio de gráficos.

Justificativa: Desenvolver a competência leitora, capacidade de compreensão e contextualização dos mais diversos gêneros, tendo em vista a presença de diversos tipos de tabelas, gráficos, em jornais, revistas, livros e mídias em geral.

Metodologia: 

1ª aula:
- Dividir a classe em grupos produtivos, projetar em multimídia, um gráfico de setores observando titulo, legenda, fonte e dados percentuais.
- Propor questões que nos possibilite avaliar os conhecimentos prévios dos alunos (problematizar)

2ª aula:
- Planejar atividades para cada grupo de alunos que apresentaram as mesmas dificuldades (porcentagem, operações com racionais, sistema de numeração, leitura de tabelas, etc.).

3ª aula:
- Apresentar o gráfico inicial e explorar a “aula essencial”




1) Atividade proposta para explorar a construção de um gráfico:
Material Necessário: Uma placa retangular de 90cm x 90cm, 1 metro de imã com 1,5cm de largura e 40 bolinhas de ímãs (pequenas).

Procedimentos: Na lousa estará afixada a placa com os eixos cartesianos (usando o imã). No eixo x, teremos: Corinthians, Santos, São Paulo, Palmeiras e outros. Cada aluno, após ter recebido uma bolinha de imã deverá ir até a placa e marcar para qual time torce, Esse procedimento deve acontecer com todos os alunos de maneira a construir uma coluna para cada time. Após todos participarem, trocam-se os itens do eixo x, explorando prato preferido, cor, idade dos alunos, números de membros na família e etc. Para cada gráfico produzido, exploraremos a oralidade dos alunos, buscando a participação e socialização de ideia através de algumas perguntas quanto aos gráficos.

Recursos: multimídia; material listado na atividade proposta.

Avaliação: Propor aos alunos outros gráficos de setores que envolvam porcentagem, para serem interpretados individualmente e também pedir para os alunos registrarem “O que eu aprendi”.

Recuperação: Atividades em grupos colaborativos com socialização dos resultados.
 Referência Bibliográfica: 
São Paulo (Estado) Secretaria da Educação, Caderno do Professor e Caderno do Aluno: Matemática, Ensino Fundamental – 6ªsérie / 7º ano, 2009.
São Paulo (Estado) Secretaria da Educação, Matrizes de refêrencia para a avaliação: documento básico:SARESP.  São Paulo: SEE, 2009.



Avaliação online


Preparei uma avaliação online.... https://docs.google.com/forms/d/1yJVbfEZDquCaNY8k1Ra7X-tvctBld_s5MB1TQonxYf4/viewform
já testamos em uma escola é foi genial... achavamos que os alunos não iriam responder, pois podiam não ter acesso a net em casa, mas o espanto foi grande e após esse exercício, cada aluno compartilhou sua argumentação da resolução em sala de aula. Foi excelente e provocou outros professores a utilizarem o Docs como atividade extra.


Sol

terça-feira, 30 de abril de 2013
















Caros colegas

A Leitura e também a escrita foram pontos de medo e receio quando pequeno. Recordo-me, quando aos quatro anos de idade, ao ir para escolinha, ouvir a minha mãe dizer:
“Filho, se esforce, se dedique, estude, porque você sabe bem que em casa ninguém pode hoje escrever e principalmente ler o que tão belo as pessoas escrevem”.
Esta frase soava como uma responsabilidade tremenda ao olhar para trás e ver em minha casa quatro pessoas incapazes de ler um livro por falta da visão. Outra frase que muito me marcou:
“Carlinhos, leia o exercício para a nós a fim de tentarmos ajuda-lo”. E me emociono ao lembrar que a leitura saia com dificuldades e muitas vezes não permitia que eles compreendessem e pudessem me ajudar.
Quantas manhãs, quando desde pequeno minha família me procurava para ler algo a eles, identificar um documento, uma conta, uma nota e principalmente, uma carta que recebiam de amigos.
Recordo também que sempre estive na sala “C” e que as maiores reclamações das professoras era minha dificuldade em ler e escrever e para melhorar, minha mãe me estimulava a pegar livros e ler a ela. Quantas tardes, ao deitar no seu colo começava a ler ou tentar a ler.
Hoje, como muitos amigos aqui disseram, como matemático escrever não é “tão fácil”. Meus professores da universidade sempre diziam: “Calcular vocês sabem e muito bem, mas precisamos treinar para escrever bem”.
Penso que ler como tudo na vida, deve ser algo prazeroso. A partir do momento que este prazer termina, não há estímulo, não há graça. Ler por obrigação, por necessidade, torna-se pouco encantador. Já escrever, principalmente quando sai do fundo da alma, torna-se lindo, magnífico, emocionante, pois, reflete o que vai ao coração, na alma. Seja da mais simples até a mais complexa história da vida!
Grato pelo apoio

Carlos

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Depoimento de Leitura e Escrita - Aydê Salla


















     


Minha experiência de leitura e escrita foi ótima! Lembro-me que meu irmão mais velho já estava na escola, em São Paulo. Era uma escola pública bem simples, mas aos meus olhos era um lugar mágico, como ele é três anos mais velho, eu ainda não tinha ingressado, então me encontrava ansiosa para começar.
Quando eu ia com minha mãe buscá-lo, ou em reuniões de pais, fazia questão de entrar, principalmente na sala de aula e ficava encantada com aquele ambiente, adorava escrever na lousa. 
Mudamos para Campinas no meio do ano, assim, ingressei na primeira série direto, no ano seguinte, sem cursar o pré. O primeiro dia na Escola Estadual Adalberto Nascimento ainda está bem nítido na minha memória, a sala de aula, a professora D. Harriet, até a roupa que eu estava! Com tanta vontade assim, minha alfabetização foi bem tranquila, na tão conhecida cartilha "Caminho Suave".
O primeiro livro que me fez pegar o gosto pela leitura foi "Pollyanna", a partir dele segui lendo muito, sempre gostei e tive o hábito da leitura. Nos anos finais do ensino fundamental tive uma ótima professora de Língua Portuguesa, a paixão pela leitura só aumentou com o incentivo dela. Mesmo seguindo a área de exatas, nunca deixei essa veia escritora e leitora! Confesso que hoje não escrevo bem como naquele tempo, mas ainda conservo o prazer da leitura. Por essa razão sempre introduzi a leitura nas minhas aulas de matemática, mostrando aos alunos a importância desse hábito e a delícia que é viajar no mundo da leitura!